sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

E o cheddar horrível me salvou!

Ontem não escapei e tive de comer um hamburguer. Saí tarde do trabalho. Cansaço era tamanho que não havia forças para pensar em outra alternativa além de entrar no drive da lanchonete e sair com alguma coisa salgada. Além disso, estava pra baixo por N motivos.
Então, abaixo o vidro, com os olhos marejados de ficar pensando na vida e ouvindo Good Times. Tortura, eu sei, mas não havia nada mais animado nas rádios. A moça questiona o que quero pedir. Aí, envolvida em lembranças peço o cheddar, que aprendi a gostar (outra história). Mais um ingrediente para os olhos marejarem.....o que me fez gostar de cheddar.
Tá, dirijo pra casa, chego, saio com mil sacolinhas de brindes que vão entupir as gavetas e daqui a um tempo vou sacar que não servem pra nada e, enfim, jogar fora.
Já em casa, não sei se tomo banho para tirar o peso de 4 dias de trabalho intenso ou se como o sanduíche. Decidi comer. Credo! O cheddar me mostrou que tudo passou e que tenho de parar de fazer balanços sobre o anos que se passaram. Gente, não é que não consegui gostar daquele queijo.....não descia de jeito nenhum. Incrível! Comi pq o estômago precisava ser forrado mesmo.
É, foi o cheddar o ponto final em uma história que não desce mais, que existiu meio capenga do lado oposto e muito intensa da minha parte.
Agora, além de não engolir mais, tenho de tentar amenizar aquelas questões que ficaram presas à garganta.

Cheddar guerreiro. Estava ruim, mas nem todos os remédios são doces, né? Esse foi amargo, literalmente, mas começou a fechar a ferida.
Deus que me olhe!
Caroline

Nenhum comentário:

Postar um comentário