A história do "Deus que me olhe" vem de uma amiga de infância, época em que eu não falava nenhum palavrão - risos. Inclusive, foi dessa amiga que eu escutei pela primeira vez a frase "gosto é uma coisa que não se discute". Tínhamos apenas 9, sei lá, 10 anos e já havia filosofia em nossas vidas. Como eu era adulta!
Sabe que até hoje não sei onde ela arrumou o "Deus que me olhe", mas gostei, aprovei e incorporei a o meu vocabulário.
Vejam só, você pode falar a qualquer instante, seja pedindo a Ele que dê uma olhadinha mais aguçada para o seu lado, ou para substituir a vontade de xingar. É sim, pq o xingamento vira uma coisa positiva para quem fala e quem ouve.
Claro que falar um PQP de vez em quando é saudável, mas nada substitui a leveza e o toque de humor no "Deus que me olhe"! E Ele olha mesmo, está sempre olhando mesmo quando esquecemos por alguns segundos da Sua presença.
E não é que a frase vem atravessando gerações! Minha pequena me surpreendeu outro dia ao soltar o jargão, do nada, quando chegava da escola. Não posso mentir. Me senti orgulhosa dela estar me imitando e comecei a rir pq foi muito de repente. E mais, senti que é exatamente esse sentimento da busca da ética, do humor e do correto que pretendo passar para aquela espertinha!
Agora, será Deus que nos olhe, né filhota?!!!!!!
Caroline
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