Ele se foi. Era um bom menino, sempre de sorriso largo e aqueles dentes super brancos! Cheio das piadinhas. Eu já cai em várias e também fui motivo de outras tantas. Cresceu, mas continuou com aquele jeito moleque e o sorriso largo. Tudo lindo, mas teve desafios grandes ainda na infância. Superou.
Passou em um concurso ainda bem jovem. Fez faculdade e montou uma farmácia. Namorou, tretou e namorou mais ainda. Um dia, esse rapaz que achava que dava conta de abraçar o mundo e resolver os problemas de todos além dos dele, ultrapassou a margem de segurança. Deus o levou. Diante de tudo o que acredito, penso que ele e JC já tinham planejado toda essa história. Foi dolorido, mas o consolo é que a trajetória foi impecável. Então, qual seria a dívida ou a dádiva para a próxima existência?
Não é que a história não acabou? Parece, mas não termina quando acaba!
JC que o diga!
Quase um mês após seu desencarne, a notícia de que "a semente era tão boa, que Deus permitiu que germinasse". Frase minha que ficou bonita!
Mas, mesmo enebriados com a dádiva da vida, com a surpresa que o "ponto não era final", me pergunto ainda mais sobre o que é, e como viver essa oportunidade. Quais serão os propósitos divinos e desse menino sorridente em ir para o lado de lá e deixar uma sementinha aqui?
A única resposta que minha humilde filosofia permite é que "a semente era tão boa, que Deus permitiu que germinasse".
Esteja onde estiver, continue sorrindo.
Deus que me olhe!
Caroline
Este post merece muito mais que um comentário, mereceu uma ligacão, mas você não atendeu. Como dizem por aí, o telefone não toca de cá para lá, e sim de lá para cá!
ResponderExcluirLindas palavras... Emocionante... me encontrei em lágrimas agora.
=)
AH,"BUNITINHO". OBRIGADA.
ResponderExcluirNÃO É PRA ME GABAR, MAS ESCREVI SUPER RÁPIDO.
É QUE A REFLEXÃO ESTAVA PRONTA EM MINHA MENTE. BJS